Archive for the 'Séries' Category

wir machen uns vor, dass wir frei sind. wir folgen dem immer gleichen pfad, wieder und wieder und wieder

2019, janeiro 2, quarta-feira

e já é quase dia 3.

passei as duas ultimas madrugadas vendo filme e marotonando duas séries na companhia de minha filha

o belo Bad Seeds

a instigante e comovente: a maldição de hill house

e misteriosa e complexa: dark;

os dois primeiros eram coisas que ela já viu, mas queria socializar comigo. e foi boa a parceria, foram três dias de muita conversa, lanche e bocado de tv. momentos assim de camaradagem são muito bons.

e é bom ter outra coisa pra fazer do que só ficar escrevendo aqui, e pensando na grana que eu preciso e não tenho pra terminar minha casa e pagar minhas contas. e fora a postagem do belchior, lema pra essa vida, nesse novo ano, e que eu já tinha programado, a última inserção aqui foi pela manhã do dia 31.

«There are more things in heaven and earth, Horatio, than are dreamt of in your philosophy»~Hamlet (1.5.167-8), Hamlet to Horatio

«Der Unterschied zwischen Vergangenheit, Gegenwart und Zukunft ist nur eine Illusion, wenn auch eine hartnäckinge…» «A diferença entre passado, presente e futuro e somente uma persistente ilusão…» Albert Einstein

Wir machen uns vor, dass wir frei sind. Wir folgen dem immer gleichen Pfad, wieder und wieder und wieder.  Jonas Kahnwald in: Dark – Cap. 10 – Alpha und Omega. minuto 36.

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«as decisões da mente são apenas desejos, os quais variam de acordo com várias disposições» Spinoza, Ética, livro três, escólio da proposição dois

«não há na mente vontade livre ou absoluta, mas a mente é determinada a querer isto ou aquilo por uma causa que é determinada por sua vez por outra causa, e essa por outra e assim ao infinito» Spinoza, Ética, livro dois, proposição 48

«os homens se consideram livres porque estão cônscios das suas volições e desejos, mas são ignorantes das causas pelas quais são conduzidos a querer e desejar» Spinoza, Ética, apêndice do livro um.

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e para fechar as referências de hoje:

para ler mais: Mary Wollstonecraft e as origens do feminismo

 

object permanence

2018, dezembro 17, segunda-feira

insônia. calor infernal. o que fazer? uma série?

Impulse -> é uma série americana baseada no romance Impulse por Steven Gould…

é, eu ‘tava sacando que parecia familiar… meio jumper. vi os três primeiros episódios (Pilot; State of Mind; Treading Water) gratuito no youtube red. deu vontade de continuar… mas o sono ‘tá chegando…

aproveito para finalizar a leitura disso aqui: «Como a genética explica a inteligência dos papagaios, os ‘seres humanos’ do mundo dos pássaros», de

e ver o final disto: «Seam», um curta de ficção científica (sci-fi short film)

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flesh and bone

2018, maio 6, domingo

13h45

enquanto na outra tela vai rolando a founders’ cup of surfing, sento aqui para fazer o registro diário.

a 3ª temporada da série poldark finalizada. ainda sobrou tempo para ver talvez meu último filme [anon], direção de na netflix durante um bom tempo, já que cancelei a assinatura.

ainda faltam 7 provas para avaliar e digitar a nota.

e andei pensando… eu sei onde estou entrando, e sei que deve reagir e agir… e sobretudo, ter paciência e coragem para continuar respirando.

talvez andar mais, dar umas caminhadas… botar a bike para circular… encontrar amigos, mexer o corpo para chacoalhar a mente

e ser mais carne e osso.

***

«My insufficiency—whate’er you will:
I give the fight up: let there be an end,
A privacy, an obscure nook for me.
I want to be forgotten even by God.» Part V
Paracelsus Attains [1835], Robert Browning

«Somewhere, below, above,
Shall a day dawn—this I know—
When Power, which vainly strove
My weakness to o’erthrow,
Shall triumph. I breathe, I move,

I truly am, at last!
For a veil is rent between
Me and the truth which passed
Fitful, half-guessed, half-seen,
Grasped at—not gained, held fast».

Reverie, Asolando [1889], Robert Browning

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Carne e Osso — Zélia Duncan & Paulinho Moska

A alegria do pecado / Às vezes toma conta de mim / E é tão bom não ser divina / Me cobrir de humanidade me fascina / E me aproxima do céu // E eu gosto / De estar na terra / Cada vez mais / Minha boca se abre e espera / O direito ainda que profano / Do mundo ser sempre mais humano // Perfeição demais / Me agita os instintos / Quem se diz muito perfeito / Na certa encontrou um jeito insosso / Pra não ser de carne e osso / Pra não ser carne e osso / Composição: Moska e Zélia Duncan

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