Archive for the 'Tim Maia – Sebastião Rodrigues Maia' Category

odas

2019, fevereiro 7, quinta-feira

notas:

meu black ganhou um elogio… da solange adão.

e tivemos uma puta vídeoaula sobre ODAs… sqn

e a turma do bem, ops, turma do caminho do bem

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e é nóix nas capirotagem no google class…

e trouxe os bulbos de bela da noite amarelas… a mirabilis jalapa… que a dona lurdes, me deu ontem.

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e agora correr de volta… que a janela de almoço já passou da hora.

o microbioma e o dia de reis

2019, janeiro 6, domingo

acordei cedo. tenho andado cansado e um tanto irritado…

acordei em tempo de ver minha mãe antes de ela ir trabalhar, e enquanto mateava, ela lembrou que hoje é dia de reis, dia de comer doce, pois era o dia de desmanchar a árvore e o presépio e as crianças comiam os doces da árvore.

na hora lembrei de tim.

A Festa do Santo Reis – Tim Maia

t54169105-b1424731487_s400Hoje é o dia do Santo Reis / Anda meio esquecido / Mas é o dia da festa do Santo Reis / Hoje é o dia do Santo Reis / Anda meio esquecido / Mas é o dia da festa do Santo Reis / Eles chegam tocando sanfona e violão / Os pandeiros de fita carregam sempre na mão / Eles vão levando, levando o que pode / Se deixar com eles, eles levam até os bode / É os bode da gente, é os bode méé / É os bode da gente, é os bode méé / Hoje é o dia do Santo Reis hum / Hoje é o dia do Santo Reis, hoje é o dia / Hoje é o dia do Santo Reis, é o dia da festa // Compositores: Marcio Leonardo Sossio
e ouvi isto pela tarde um bocado de caetano e de gil…

Back In Bahia – Gilberto Gil

download (1)Lá em Londres, vez em quando me sentia longe daqui / Vez em quando, quando me sentia longe, dava por mim / Puxando o cabelo / Nervoso, querendo ouvir Celly Campelo pra não cair / Naquela fossa / Em que vi um camarada meu de Portobello cair / Naquela falta / De juízo que eu não tinha nem uma razão pra curtir / Naquela ausência / De calor, de cor, de sal,de sol, de coração pra sentir / Tanta saudade / Preservada num velho baú de prata dentro de mim // Digo num baú de prata porque prata é a luz do luar / Do luar que tanta falta me fazia junto do mar / Mar da Bahia / Cujo verde vez em quando me fazia bem relembrar / Tão diferente / Do verde também tão lindo dos gramados campos de lá / Ilha do norte / Onde não sei se por sorte ou por castigo dei de parar / Por algum tempo / Que afinal passou depressa, como tudo tem de passar / Hoje eu me sinto / Como se ter ido fosse necessário para voltar / Tanto mais vivo / De vida mais vivida, dividida pra lá e pra cá // Lá em Londres, vez em quando me sentia longe daqui / Vez em quando, quando me sentia longe, dava por mim / Puxando o cabelo / Nervoso, querendo ouvir Celly Campelo pra não cair // Naquela fossa / Em que vi um camarada meu de Portobello cair / Naquela falta de juízo que eu não tinha nem uma razão pra curtir / Naquela ausência / De calor, de cor, de sal, de sol, de coração pra sentir / Tanta saudade / Preservada num velho baú de prata dentro de mim // Digo num baú de prata porque prata é a luz do luar / Do luar que tanta falta me fazia junto do mar / Mar da Bahia / Cujo verde vez em quando me fazia bem relembrar / Tão diferente / Do verde também tão lindo dos gramados campos de lá / Ilha do norte / Onde não sei se por sorte ou por castigo dei de parar / Por algum tempo / Que afinal passou depressa, como tudo tem de passar / Hoje eu me sinto / Como se ter ido fosse necessário para voltar / Tanto mais vivo / De vida mais vivida, dividida pra lá e pra cá

e que cabelo bonito o de caetano.

Asa Branca – Caetano Veloso

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Quando olhei a terra ardendo / Qua fogueira de São João / Eu perguntei a Deus do céu, uai / Por que tamanha judiação / Eu perguntei a Deus do céu, uai / Por que tamanha judiação / Que braseiro, que fornalha / Nem um pé de prantação / Por farta d’água perdi meu gado / Morreu de sede meu Alazão / Por farta d’água perdi meu gado / Morreu de sede meu Alazão / Inté mesmo a asa branca / Bateu asas do sertão / Intonce eu disse a deus Rosinha / Guarda contigo meu coração / Intonce eu disse a deus Rosinha / Guarda contigo meu coração / Hoje longe muitas léguas / Nessa triste solidão / Espero a chuva cair de novo / Para mim vortar pro meu sertão / Espero a chuva cair de novo / Para mim vortar pro meu sertão / Quando o verde dos teus olhos / Se espalhar na prantação / Eu te asseguro, não chore não, viu / Que eu vortarei, viu, meu coração / Eu te asseguro, não chore não, viu / Que eu vortarei, viu, meu coração // Compositores: Humberto Teixeira / Luiz Gonzaga

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e achei isto interessante essa reportagem de James Gallagher, da BBC:

«A maior parte do seu corpo não é humana»

resumidademente diz ela que somos mais micróbio do que humano. se contarmos todas as células, e retirarmos a parte do microbioma, resta apenas 43% humano.
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fiz bolhas nas mãos… ajudando na passagem da fiação. amanhã termina a parte elétrica da casa… segunda e terça é dia de encaixotar tudo daqui. quarta-feira limpeza da casa nova… e até domingo próximo mudança.

alright now! won’t you listen?

2018, dezembro 14, sexta-feira

em poucos minutos vai chover horrores

mas por enquanto, vamos neste mashup cabuloso…

Black Sabbath vs. Tim Maia – Sweet Leaf¹ / Ela Partiu²

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quando regressava… um cobra cruzou o caminho… logo depois… uma aranha… e mais acima, uma lagartixa… achei engraçado, mas confesso que a primeira me deu um susto danado… mas é esse calor absurdo… essa estrada de chão batido… esse mato todo ao redor.

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dia de despedida, acabou… fechei com todas as turmas da manhã e da noite. começar contagem regressiva… 4 dias para por os diários em dia, 1 dia para despedida das turmas que faltam… uma semana para férias.

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amarrando fragmentos da aula de hoje (115/116) com excertos reproduzidos por Fábio de Oliveira Ribeiro, no seu texto “Vigilante-Censor Netflix Pós-Democrático

«A razão neoliberal se sustenta diante da hegemonia do vazio do pensamento expressa no visível empobrecimento da linguagem, da ausência de reflexão e de uma percepção democrática de baixíssima intensidade. Qualquer processo reflexivo ou menção aos valores democráticos representam uma ameaça a esse projeto de mercantilização do mundo. Não por acaso, a razão neoliberal levou à substituição do sujeito crítico kantiano pelo consumidor acrítico, do sujeito responsável por suas atitudes pelo ‘a-sujeito’ que protagoniza a banalidade do mal, que é incapaz de refletir sobre as consequências de seus atos.» (Sociedade sem Lei, Rubens R.R, Casara, editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro, 2018, p. 94/95)

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«…Os privilégios de uma classe condenam a outra à precariedade eterna, já que não lhe sobra tempo para nada. Enquanto isso, a classe opressora tem cada vez mais oportunidades de avançar e obter conhecimento e riqueza.

A esse aspecto econômico se soma o sadismo, presente no cerne de toda sociedade fundada no trabalho escravo. Ninguém escraviza o outro sem, ao mesmo tempo, negar-lhe a humanidade. Como o outro não deixa de ser humano e resiste na medida do possível, nem que seja por meio de pequenas sabotagens, a humilhação tem de ser reforçada a cada dia. É preciso mostrar que o outro é inferior e está ali apenas para servir.

Com o tempo, o exercício da humilhação se torna prazeroso, multiplicando-se sob as formas da piada suja, do chiste aparentemente apenas de brincadeira, do insulto direto, do preconceito de classe e de raça e, não menos importante, do abuso.» (A classe média no espelho, Estação Brasil, Rio de Janeiro,2018, p. 72)

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«Obedecer e compreender uma regra social é antes de tudo uma prática aprendida, e não um conhecimento. A ‘prática’ pode ser articulável, pode explicitar razões e explicações para o seu ‘ser desse modo e não de qualquer outro’, quando desafiada a isso. Mas na maior parte das vezes esse pano de fundo inarticulado permanece implícito, comandando silenciosamente nossa atividade prática e abrangendo muito mais que a moldura das nossas representações conscientes.» (A tolice da inteligência brasileira, Jessé Souza, Leya, Rio de Janeiro, 2018, p. 175)

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pela tarde, dormir no sofá, digitar notas, matear e passear com dora, a cã.

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meio dia… almoço com a filha.

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acordar no susto. ducha e correr. três aulas. dor no dente estranha e aleatória (Assim como veio, não voltou mais). aulas da manhã finalizadas. ração para o cão comprada e cochilo no ônibus.

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nota de rodapé:

¹ Sweet Leaf / Black Sabbath / Composição: Bill Ward, Geezer Butler, Ozzy Osbourne e Tony Iommi // Alright now! / Won’t you listen? / When I first met you, didn’t realize / I can’t forget you or your surprise / You introduced me to my mind / And left me watching you and you kind / Oh, yeah / I love you / Oh, you know it / My life was empty, forever on a down / Until you took me, showed me around / My life is free now, my life is clear / I love you sweet leaf though you can’t hear / Oh, yeah! / Come on now, try it out / Straight people don’t know what you’re about / They put you down and shut you out / You gave to me a new belief / And soon the world will love you sweet leaf / Oh, yeah, baby! / Come on now! Oh, yeah! / Try me out, baby! / Alright! Oh, yeah-ah! / I want you part of this sweet leaf! / Oh, yeah! / Alright, yeah, yeah, yeah, oh, try me out / I love you, sweet leaf, oh

² Ela Partiu / Tim Maia // Composição: Beto Cajueiro e Tim Maia // Ela partiu, partiu e E nunca mais voltou / Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou / Ela partiu, partiu e nunca mais voltou / Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou / Se souberem onde ela está digam-me e eu vou lá buscá-la / Pelo menos telefone em seu nome, me dê uma dica, uma pista, insista / Ei! E nunca mais voltou, ela partiu, partiu e nunca mais voltou / Ela sumiu, sumiu e nunca mais voltou / Se eu soubesse onde ela foi, iria atrás / Mas não sei mais nem direção / Várias noites que eu não durmo / Um segundo / Estou cansado / Magoado, exausto…