Archive for the 'Tom Zé – Antônio José Santana Martins' Category

c¹⁷h¹⁸f³no

2018, agosto 18, sábado

dia de ir trocando a medicação.

recomendações: caminhar. ter amigos.

hoje, vi documentário: «mineira solitária»

abaixo: sinopse

Em 1982, uma mineira foi para São Paulo a trabalho, deixando para trás amigos e familiares. Sozinha na metrópole, ela escreveu um anúncio comovente em um jornal. Ao longo dos seis meses seguintes, quase 500 cartas chegariam à caixa postal mencionada na nota. Após 35 anos, o GloboNews Documentário revisita a história de Lourdes Lúcia Ribeiro e de pessoas que responderam ao seu chamado.

escrito e dirigido por Renata Baldi com a ideia original de Liliana Junger e produção de Antonia Martinho.

trilha de fundo: Tom Zé – Só (solidão)

texto interessante: A SOLIDÃO DEVORA 

não achei a dissertação «O espaço da solidão», de Lourdes Lúcia Ribeiro, do mestrado de psicologia da educação, da pucsp, orientada Joel Martins.

dodó & zezé

2016, junho 6, segunda-feira

https://www.youtube.com/watch?v=9hxs4hdEBYU

(1974 Tom Zé & Odair Cabeça de Poeta)

– E por que é que a gente tem que ser marginal ou cidadão?
Diga, Zezé.
É pra ter a ilusão de que pode escolher, viu, Dodó?
– E por que é que a gente tem que ter um medo danado de tudo na vida? Diga, Zezé.
É pra aprender que o medo é o nosso melhor conselheiro, viu, Dodó?
– Sorrisos, creme dental e tudo. E por que é que a felicidade anda me bombardeando? Diga, Zezé.
– Anda o que, Dodó?
– Anda me bombardeando.
Ah! É pra provar que ninguém mais tem o direito de ser infeliz, viu, Dodó?
– E por que é que um Zé qualquer de vez em quando tem que dar sete sopapos na mulher? Diga, Zezé.
Ah! Isso é pra no outro dia de manhã cedinho vender muito jornal, viu, Dodó?
– E por que é, e por que é, e por que é, e por que é? Diga, Zezé.
– É purque purque, purque purque, purque purque, purque purque,
viu, Dodó?

***

finalizando a exibição do documentário criança, a alma do negócio, do maria farinha filmes, para as turmas de primeiro ano. está interessante… muito interessante.

PS: e tenho mais sorte que juízo. terça haverá obmep nas escolas.

contrarrelógio

2016, março 28, segunda-feira

4h20′

e o feriado perdeu-se numa maratona com o mestre marco polo; dublai khan, o khan dos khans; e sifu, o cem olhos…

mas agora, poucas horas antes de voltar para a rotina… 10hs.

  1. plano de ensino
  2. planos de aula (3 – estados socialistas; 1 – augusto comte e o positivismo; durkheim e o método funcionalista; 2 – cultura e antropologia – do evolucionismo social ao estruturalismo; 3 – mulheres invisíveis e o feminismo.
  3. reunião conselho deliberativo
  4. tarefas de casa.

8h22′

ef642432-2a4a-4d4a-bd26-cb9fa87035f6«Na experiência do absurdo, o sofrimento é individual. A partir do movimento da revolta, ele ganha a consciência de ser coletivo, é a aventura de todos. O primeiro avanço da mente que se estranha é, portanto, reconhecer que ela compartilha esse sentimento com todos os homens, e que a realidade humana em sua totalidade, sofre com esse distanciamento em relação a si mesma e ao mundo. O mal que apenas um homem sentia torna-se peste coletiva. Na nossa provação diária, a revolta desempenha o mesmo papel que o cogito na ordem do pensamento: ela é a primeira evidência. Mas essa evidência tira o homem da solidão. Ela é um território comum que fundamenta o primeiro valor dos homens. Eu me revolto, logo existimos.»  Albert Camus, O homem revoltado, 1996 [1951], p. 35.

15h28”

 
«Solidão, que poeira leve / Solidão, olha a casa é sua / Na vida, quem perde o telhado / Em troca recebe as estrelas / Pra rimar até se afogar / E de soluço em soluço esperar / O sol que sobe na cama / E acende o lençol / Só lhe chamando / Solicitando / Solidão, que poeira leve / Solidão, olha a casa é sua / O telefone chamou / Foi engano / Solidão, que poeira leve / Solidão, olha a casa é sua / E no meu descompasso o riso dela / Se ela nascesse rainha / Se o mundo pudesse aguentar / Os pobres ela pisaria / E os ricos iria humilhar / Milhares de guerras faria / Pra se deleitar / Por isso eu prefiro cantar sozinho / Solidão, que poeira leve / Solidão, olha a casa é sua / O telefone chamou, foi engano / Solidão, que poeira leve / Solidão, olha a casa é sua / E no meu descompasso passo o riso dela / Solidão…» TOM ZÉ
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a cabeça dói. dormi demais/de menos. não terminei nada. nem comecei direito.  e que mania é essa de querer entrar em desespero…