t’pol

2019, fevereiro 18, segunda-feira

Tucker: Desafie seus preconceitos ou eles vão desafiá-lo. 

T’Pol: Comandante? 

Tucker: Isso é algo que o Sr. Velik costumava dizer. Aula de biologia no décimo grau. Ele era um cientista vulcano que veio para nos ensinar sobre a vida em outros mundos. Eu nunca tinha visto um vulcano antes … Não de perto. Ele me dava muito medo.

T’Pol: Talvez não seja tarde demais para seguir o seu conselho.

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a família é como uma floresta. se você estiver do lado de fora, ela é fechada; se estiver dentro, verá que cada árvore tem sua própria posição – provérbio akan

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é isso que sobrou do domingo de chuva.

e eu não sei se foi a chuva que molhou as paredes e encharcou meus pés, mas a ansiedade diante do vazio… foi grande… devorei-me inteiro… engordei quilos. não cuidei de mim e não consegui fazer o que havia me proposto… aliás… fiz nada.

#vamos lá… levanta!

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kaleb

2019, fevereiro 15, sexta-feira

ok… ufa.

saldo da semana… conheci 12 de 14 turmas. 7 apenas hoje.

cheguei atrasado em um horário, faltei três turnos… fiz ao todo 4 de 7 turnos. meta: não faltar mais.

e confesso que estava ansioso com os terceiros… já que com os segundo é algo como um reencontro, foram meus ano passado… maioria são carinhas conhecidas, eles me conhecem, e eu os conheço. já os terceiros… o que esperar? kaleb.

ótimo ter começado pela 310. que kaleb seja a minha inspiração.

Jpeg

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mas essa dificuldade em ir pra escola… me deixa pensando: será que eu quero fazer isto pra valer? e por quanto tempo?


as faltas, as dores e o sonho

2019, fevereiro 13, quarta-feira

Teu corpo da sinais. E tu te questionas se o que fazes da vida faz sentido ou te faz feliz. Há tanta dor, tanta estupidez e tanto medo. E enrolas o tempo até te sobrarem apenas frases de efeito e de motivação logo cedo… Vai, levanta… você consegue, você pode, você vai. Um banho frio pra acordar… Você deveria ser um exemplo. Você se veste… E na porta, na hora de ir você desaba. Você cede a dor (a visível e a invisível) e avisa que vai faltar.

Ok, bom dia, obrigado por avisar.

E aí o novo dilema: ir ao médico ou ir deitar. Você deita o colchão no chão e joga seu corpo à escuridão. Não a lá de fora, mas a de cá.

As dores continuam ali, antes e depois do véu onírico. São fisgadas visíveis no dente, um nariz obstruido… e toda uma escuridão invisível. Já são quase onze da manhã… resta em você apenas fragmentos do sonho… Você me surpreende no portão, nos encontramos ao acaso, há um reencontro num pub, a reunião entre estranhos familiares, o desejo, o café no quarto com os corpos nus, eu sou seu… e os dias voam, há uma construção vizinha, há os inquéritos pelos territórios e pelas faltas, há uma vila… um filme, um jurássico parque… eu escapo, nós escapamos, juntos, dos dentes e garras de um tiranossauro Rex ao pular o muro que nos cerca. Eu acordo. O que fazer? O problema, eu, essa minha falta, essa minha dor, esse meu atraso pra vida, continua tudo ali. Termino o texto, a confissão, o depoimento… é quase meio dia e tenho que resolver esse dia… se a manhã foi perdida, ainda há um dia todo por vencer.

Ainda há aulas pela tarde e pela noite e eu tenho dentes.

Hoje é aniversário de minha mãe. E não há como operar o coração de minha tia, pela complexidade vital, pelo risco de 99%… Há apenas medicação e recomendações comportamentais… paliativos para algum tipo de sobrevida, ou seja, uma nova vida, completamente diferente da anterior.

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editando: tenho posto uma imagem em toda as postagens, nesta acima, que fiz via aplicativo e na cama, não havia. hoje, um dia depois, encontrei:

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